Stop Killing Games ganha apoio de PewDiePie e veterano da Blizzard: Em defesa da preservação dos jogos!
Influenciadores impulsionam campanha contra o fim prematuro de jogos digitais
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A campanha Stop Killing Games acaba de ganhar impulso com o apoio de duas figuras de peso da indústria: o youtuber PewDiePie e o ex-líder da equipe de World of Warcraft, Mark Kern, também conhecido como Grummz. A mobilização, que já vinha crescendo nos bastidores, agora ganha projeção global com a adesão desses nomes influentes do universo gamer.
A origem do movimento Stop Killing Games
Criado por Ross Scott, criador da websérie Freeman’s Mind, o movimento nasceu como resposta direta à prática de grandes editoras que desativam servidores de jogos, mesmo para títulos adquiridos legalmente. O caso mais emblemático é o de The Crew, da Ubisoft, que teve seus serviços encerrados em abril de 2024, tornando o jogo inacessível—até mesmo no modo single-player.
A campanha reivindica que os consumidores mantenham acesso aos jogos comprados, mesmo após o encerramento de serviços online. O foco está na defesa da preservação dos jogos digitais e nos direitos dos jogadores em relação à propriedade do conteúdo adquirido.

PewDiePie declara apoio: “100% com o movimento”
O youtuber sueco PewDiePie, um dos maiores nomes da plataforma, publicou uma mensagem de apoio à campanha em sua aba de comunidade:
“Nos comentários, vi muitos de vocês mencionando o ‘Stop Killing Games’ e quero dizer: eu apoio 100% esse movimento. Isso está totalmente alinhado com o que falei no meu vídeo — a questão da posse de software (e dos jogos que compramos).”
Ele incentivou seus seguidores a assinarem a petição no site oficial StopKillingGames.com, ressaltando que o processo leva “cerca de 30 segundos”. Embora a assinatura oficial esteja disponível apenas para residentes do Reino Unido e União Europeia, PewDiePie destacou que compartilhar a campanha também ajuda a causa.
Grummz relembra legado e defende preservação de jogos
O veterano Mark Kern, conhecido como Grummz e ex-desenvolvedor de World of Warcraft, também aderiu à causa. Em entrevista ao site That Park Place, ele reforçou a importância do movimento e relembrou seu papel no lançamento de WoW Classic:
“A preservação de jogos sempre foi importante para mim. Iniciei o departamento de arquivos na Blizzard e fui quem entregou a petição por WoW Classic. Ajudei a convencer a empresa a preservar o jogo original.”
Grummz, no entanto, expressou ceticismo quanto à efetividade das legislações europeias:
“Embora a UE nem sempre tenha o melhor histórico legislativo, é preciso começar de algum lugar. Os jogos não podem simplesmente desaparecer. Nos comprometemos, em nossos próprios projetos, a liberar o código e a licenciar os jogos para os fãs caso deixemos de suportá-los. Esse é o caminho mais sensato.”
700k signatures! Keep going! Stop Killing Games.https://t.co/9oDniIr9CZ
— Grummz (@Grummz) July 1, 2025
Petição já ultrapassa 700 mil assinaturas
A iniciativa da UE promovida pelo movimento já ultrapassou 721 mil assinaturas, com o objetivo de atingir 1 milhão até o dia 31 de julho. Caso atinja esse marco, o tema poderá ser analisado pela Comissão Europeia, com potencial para criar leis que exijam alternativas offline ou de código aberto para jogos descontinuados.
Segundo os organizadores, a campanha vai além da nostalgia: trata-se de proteger os direitos do consumidor e garantir que parte da cultura digital não desapareça.
Reação da comunidade e o futuro dos jogos digitais
Para muitos jogadores que construíram bibliotecas digitais ao longo de anos, o temor de perder o acesso aos títulos comprados é real. A adesão de grandes nomes como PewDiePie e Grummz pode representar um divisor de águas.
️ E você? Acredita que as desenvolvedoras deveriam ser obrigadas a manter acesso aos jogos comprados? Ou esse é um desafio inevitável da era digital?
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Fonte: thatparkplace





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