Orc Lives Matter: ‘Vidas de ORC Importam’ Criaturas Fantasiosas também enfrentam racismo afirmam professores e jornalistas

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Orc Lives Matter: 'Vidas de ORC Importam' Criaturas Fantasiosas também enfrentam racismo afirmam professores e jornalistas
Orc Lives Matter: 'Vidas de ORC Importam' Criaturas Fantasiosas também enfrentam racismo afirmam professores e jornalistas
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Dungeons and Dragons é um mundo de fantasia, mas um pequeno bando de feiticeiros da justiça social quer limpar o seu mundo de fantasia do racismo e da intolerância. Vidas de ORC Importam, eles argumentam. Imagine a cena: em um mundo de fantasia distante, um grupo de heróis emerge de uma masmorra, encharcado com o sangue dos Orcs que eles mataram. Um poderoso Cavaleiro, um Gnomo Sábio e um Elfo habilidoso, eles ao combinaram sua destreza guerreira e sua sabedoria salvam seu amado reino e voltam para casa com baús cheios de tesouros e pilhagem no processo.
Somente nestes mundos, nossos heróis não são levados para a taverna para uma noite de garotas, hidromel e muita folia. Mas em vez disso imagine que eles foram recebidos por manifestantes dos ‘Orc Lives Matter’ ‘Vidas de ORC Importam’ que os acusam de violência e racismo. Os manifestantes exigem que o rei esgote financeiramente seus cavaleiros e faz com que o Gnomo tenha que pagar uma indenizações com a fortuna da mineração de mithril de seu povo.
Os escribas liberais justificam os ataques dos Orcs à terra natal dos Elfos na floresta como uma resposta atrasada a eras da supremacia dos Elfos, e os ativistas dos direitos dos Goblins proibem que os guerreiros tenham acesso ao arco e flecha.
Este não é o mundo de Dungeons and Dragons, mas para alguns acadêmicos, assim que deveria ser, e isso tem se tornado um problema para eles. Desde que Tolkien descreveu os Orcs como monstros “atarracados, largos, de nariz achatado e pele amarelada”, eles têm sido um inimigo confiável em múltiplos mundos de fantasia. Eles são uma raça marcial meio civilizada no mundo de Dungeons and Dragons, e bandidos no mundo de Elder Scrolls.

Sem relembrar um longo argumento de derreter o cérebro, o criador de D&D, Wizards of the Coast, foi pressionado a reescrever suas descrições “ofensivas” de Orcs e Drow, uma espécie de raça élfica de pele escura, em seu livro de regras oficial no ano passado, e cedeu a algumas demandas do acordado.

No entanto, alguns acadêmicos e escritores querem dar um passo adiante e eliminar inteiramente a ideia de diferenças raciais em mundos de fantasia. Em um artigo recente para a Wired, a escritora de games Cecilia D’Anastasio declarou a sabedoria inerente dos Gnomos, a ferocidade dos Orcs e a beleza dos Elfos é: “um tipo de etnografia antiintelectual”. Para ela, e os acadêmicos que ela consultou, a ideia de que diferentes raças fantasiosas poderiam ter características herdadas geneticamente é algo que precisa ser corrigido (Afinal isso é preconceito).

A Wizards of the Coast dobrou seus joelhos para atender algumas das demandas do time Woke no ano passado, como meus colegas jogadores relataram na época. No entanto, para um blogueiro citado por D’Anastasio, eles (a Wizards) não foram longe o suficiente. Mesmo que um livro de regras atualizado permitisse aos jogadores atribuir habilidades e atributos aos seus personagens, independentemente da raça, ele “não abordava o enraizamento essencialismo racial do jogo”, argumentou.

Outra de suas fontes, o professor da Universidade de Stanford Antero Garcia, lamentou o fato de que os jogadores tratam os outros que jogam como a raça Tiefling Descendentes de Demonios ‘um tipo de demônio que muitas vezes se aliava a cultos’ de maneira suspeita. Mas será que esse professor já cogitou o fato desse tipo de raça poder ter um arquétipo de traição e quando menos se esperá é esfaqueado pelas costas? Afinal é um jogo. Penso com meus botões, este homem é um professor de verdade? que pagou dinheiro de verdade? para estudar o racismo imaginário?

“Remover o racismo fantasioso de D&D exigiria mais do que um aspirador de pó; pense em algum lugar entre um peeling químico e uma cirurgia reconstrutiva ”, escreveu D’Anastasio.

É fácil zombar desses ativistas dos direitos dos Orcs da vida real. Usando sua própria narrativa, afinal essas pessoas têm o ‘privilégio’ de lutar pelos direitos de criaturas imaginárias. Mas em um mundo onde a política de identidade afeta tudo, era inevitável que esses comissários culturais acabassem olhando além da própria realidade em busca do racismo.

Eles são o tipo de pessoa que lê o Senhor dos Anéis e critica o discurso dos ‘Homens do Oeste’ de Aragorn por “usar uma linguagem descaradamente não inclusiva”.  As vestes brancas de Gandalf seriam uma expressão assustadora de sua supremacia Branca como Mago Branco, e comer uma dieta à base de carne seria uma declaração poderosa contra a Orcofobia. Eles se ajoelhariam para lamentar o assassinato do Rei-Bruxo de Angmar por Éowyn, uma conhecida simpatizante de Alt-Rohan.

Tradução:

O discurso “Homens do Oeste” de Aragorn atrai ampla condenação por usar uma linguagem descaradamente não inclusiva.

A esquerda desperta são simplesmente os últimos portadores da tocha da Justiça dessa tradição puritana e a luta contra o racismo, tanto real quanto imaginário é seu o combustível. Seus esforços e sucessos em sufocar a diversão no mundo real estão bem documentados até o momento, assim como seu desejo de impor uma monótona monocultura compatível com o de um RH de empresas e a todos os que as tocam.

Mundos de fantasia, como D&D oferecem uma fuga do nosso. Comparados aos nossos, eles são diversos, perigosos, problemáticos e divertidos e, para esses Ativistas censuradores de mundos de fantasia, isso é algo que não pode ser tolerado.

A beleza de um jogo de papel e caneta como o D&D, é que os jogadores podem controlar as regras com suas próprias mãos. Não há nada que impeça um Dungeon Master (o jogador que organiza e dita a narrativa de um jogo de D&D) de se inclinar para as diferenças raciais e travar uma campanha brutal de extermínio Orc, assim como não há nada que impeça um Dungeon Master disperto pela causa de liderar um bando de feiticeiros de gênero confuso em uma missão para libertar manifestantes duendes das masmorras da cidade.

Mas esses ditadores sociais não conseguem se divertir com suas proprias narrativas e precisam destruir a diversão dos outros.

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Luís Felipe Kusanagi

Muito bom o artigo, e é exatamente isso que está acontecendo em cada conceito que conhecemos na sociedade hoje, seja ele fantasia ou real. Eles não querem mudar apenas as leis e o modo de pensar da sociedade, precisam destruir os mundos de fantasia e as realidades alternativas que criamos como refúgio ou apenas para nos divertir. Não se sentem satisfeitos por impor seus caprichos ao mundo, e por mais que o mundo os aceite, nunca se sentirão saciados, pois o vazio que assombra os pensamentos fúteis em suas cabeças logo será preenchido por prazeres breves de incomodar aqueles que… Read more »