LOUCURA!!! Supermassive Games Anuncia Novas Demissões e Adia Jogo de Terror — Crise na Indústria Gamer se Agrava
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Você não vai acreditar: estúdio de Until Dawn e The Quarry enfrenta mais cortes e adia novo jogo — o colapso do setor atinge um novo nível em 2025.
Supermassive Games corta mais 36 funcionários em novo capítulo da crise
A onda de demissões na indústria dos games ganhou mais um triste episódio nesta semana. No dia 22 de julho de 2025, o estúdio britânico Supermassive Games, conhecido por títulos como Until Dawn e The Quarry, confirmou a dispensa de até 36 funcionários.
O anúncio veio acompanhado do adiamento de Directive 8020, próximo capítulo da The Dark Pictures Anthology, originalmente previsto para o Halloween deste ano. Agora, o lançamento foi empurrado para o primeiro semestre de 2026.
Segundo o estúdio, as mudanças visam “adaptar a estrutura da equipe ao ambiente em constante transformação” — uma declaração que se tornou comum nos últimos anos, mas que esconde uma realidade preocupante.
A statement from Supermassive Games. pic.twitter.com/Vom1CSGYGs
— Supermassive Games (@SuperMGames) July 22, 2025
Histórico de cortes e incertezas no estúdio
Esta não é a primeira vez que a Supermassive enxuga sua equipe. Em 2024, o estúdio já havia reduzido em cerca de 90 funcionários, diminuindo seu quadro de aproximadamente 350 colaboradores em 2023 para menos de 230.
Apesar disso, Little Nightmares III — também sob a responsabilidade da Supermassive — segue previsto para este ano, acalmando parcialmente os fãs da franquia. No entanto, os cortes recentes levantam dúvidas sobre o futuro criativo do estúdio.
Uma crise generalizada: mais de 35 mil demissões desde 2022
O caso da Supermassive é só mais um entre milhares de demissões que assolam a indústria. Desde 2022, estima-se que mais de 35.000 profissionais foram dispensados. Só em 2025, já são entre 3.563 e 4.000 cortes registrados até meados de julho.
Outros grandes cortes recentes:
- Microsoft: até 9.000 demissões nas divisões Xbox, com fechamento de estúdios como The Initiative e cancelamentos de projetos como Perfect Dark
- EA (Electronic Arts): mais de 300 cortes em abril, afetando equipes da Respawn Entertainment
- Unity: 1.800 demissões
- PlayStation Studios: 900 cortes
- Jagex e People Can Fly: enxugamentos em seus times de desenvolvimento
Causas da crise: tecnologia, economia e decisões arriscadas
Os motivos por trás dessa debandada são diversos — e alarmantes:
- Inflação e juros altos: afetam diretamente os custos de operação
- Orçamentos inchados de jogos AAA, que ultrapassam facilmente os US $ 200–300 milhões
- Modelos de live service mal-sucedidos
- Queda no consumo de jogos pós-pandemia
- Avanço da IA, gerando temores sobre substituição de funções humanas
Um relatório da GDC 2025 revelou que 11% dos desenvolvedores foram demitidos no último ano e 41% foram afetados direta ou indiretamente por cortes.
O impacto humano e criativo
Por trás das estatísticas, existem pessoas e projetos afetados. Com menos desenvolvedores, aumenta o risco de burnout, redução de qualidade narrativa e perda de inovação — especialmente em gêneros como o terror narrativo, marca registrada da Supermassive.
Nas redes sociais, as reações foram intensas:
“É ridículo. Desde que a IA entrou no jogo, muita gente tá perdendo o emprego”, comentou um usuário no X.
E o futuro?
Analistas como Amir Satvat, do LinkedIn, acreditam que as contratações podem começar a acompanhar o ritmo das demissões em 2025. Mas o setor ainda vive incertezas, principalmente com mais de 80.000 demissões no mercado de tecnologia no geral só neste ano.
Por outro lado, muitos apontam que estúdios indies e iniciativas de sindicalização podem ser caminhos para uma recuperação mais sustentável.
E você, o que acha do rumo que a indústria dos games está tomando? As demissões são reflexo de má gestão, tecnologia ou de um modelo ultrapassado?
Comente abaixo e entre nessa conversa urgente sobre o futuro dos jogos e dos profissionais que os criam!
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Fonte: thatparkplace





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