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Nintendo Switch

Nintendo Switch 2: jogos e acessórios indispensáveis para novos donos

Nintendo Switch 2: jogos e acessórios indispensáveis para novos donos
Nintendo Switch 2: jogos e acessórios indispensáveis para novos donos
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Quem acaba de adquirir o Nintendo Switch 2 provavelmente já percebeu que, para aproveitar o console ao máximo, não basta apenas ligá-lo e escolher um jogo. A experiência depende de detalhes: armazenamento adequado para baixar títulos, proteção para a tela no uso diário e acessórios que deixam o controle mais confortável. E, como a Nintendo deve reajustar o preço do console em US$ 50 a partir de setembro de 2026, existe uma janela de alguns meses para quem quer comprar agora e já sair com uma biblioteca inicial bem montada.

Antes do aumento, faz sentido planejar o que levar junto. A seguir, reunimos uma seleção de jogos e acessórios que tendem a ser os “must-haves” para novos donos do Switch 2, com explicações sobre o que cada item entrega na prática e por que vale considerar.

Melhores jogos para Nintendo Switch 2

O catálogo do Switch 2 pode ser dividido, de forma bem simples, em três tipos: jogos do Switch original que também rodam no novo hardware, versões melhoradas que aproveitam o desempenho do console e, claro, jogos feitos especificamente para o Switch 2. Se você está comprando o console pela primeira vez e quer um título para começar com força, estes são alguns dos nomes mais recomendados no momento.

Mario Kart World é a aposta mais óbvia para quem gosta de corrida e quer algo com cara de “evento” dentro da plataforma. O jogo traz um mundo aberto grande, com 32 pistas e centenas de interlúdios que conectam as áreas. Além do volume de conteúdo, a proposta chama atenção pelo nível de habilidade exigido: itens continuam sendo parte importante da estratégia, mas novas mecânicas de pilotagem — como trechos em paredes e trilhos — elevam o teto de desempenho.

Há espaço para melhorias em desbloqueios no modo Free Roam, mas, no geral, é um pacote forte para jogar em multiplayer e que tende a ganhar ainda mais com DLC. O preço informado é de US$ 80, o que equivale a aproximadamente R$ 400 (considerando uma conversão aproximada de câmbio).

Para quem prefere plataformas 3D, Donkey Kong Bananza aparece como um retorno bem-vindo. O personagem não ganhava um jogo 3D próprio há décadas, e o título tenta recuperar o ritmo e a sensação clássica do gênero.

A proposta combina bastante conteúdo com um gameplay viciante de “quebrar terreno”. Embora o jogo seja descrito como mais acessível, ele entrega satisfação constante — algo que costuma agradar tanto quem é fã do estilo quanto quem quer uma aventura leve, mas bem feita. O valor citado é de US$ 70, cerca de R$ 350.

Entre os exclusivos do Switch 2, Pokemon Pokopia é apontado como um dos mais queridos até aqui. A ideia mistura elementos de Pokemon com uma pegada de construção e exploração que lembra Animal Crossing e Minecraft.

No jogo, você controla um Ditto em um mundo arruinado, criando habitats para os Pokemon que vão aparecendo e virando seus companheiros. A liberdade para colocar blocos, construir estruturas, cozinhar e completar o Pokédex transforma o título em algo que tende a prender por horas — e a expectativa é que receba DLC no futuro, dado o sucesso do projeto.

Apesar de estar disponível na Amazon, o jogo não teria uma versão física “tradicional”: a oferta mencionada inclui download digital e um Game-Key Card, um tipo de cartão que é inserido no Switch 2, mas que ainda exige baixar o jogo completo. O preço não foi detalhado no texto original.

Kirby Air Riders pode não agradar todo mundo, mas tem um apelo claro para quem gosta de ação rápida. O jogo é, tecnicamente, uma espécie de corrida, com um modo Air Ride em que você escolhe personagem e máquina para acelerar por cursos variados — incluindo muitos que remetem ao GameCube.

O grande destaque, porém, é o City Trial, que funciona de maneira parecida com o Smash Run de Super Smash Bros para Nintendo 3DS. A crítica mais forte fica para o online: seria difícil encontrar adversários reais com frequência, já que bots aparecem.

Se você não depende tanto do modo online, a recomendação segue firme. O texto indica que o jogo está disponível na Amazon, sem informar preço.

Por fim, para quem quer começar com experiências que definiram a geração do Switch, vale olhar para The Legend of Zelda: Breath of the Wild e Tears of the Kingdom. Ambos recebem upgrades no Switch 2 que elevam o desempenho para resolução 4K e 60 quadros por segundo de forma mais estável.

Se você nunca jogou, este é um bom momento para entrar no universo — mas a sugestão editorial é jogar Breath of the Wild primeiro e fazer uma pausa antes de partir para Tears of the Kingdom, para evitar desgaste. O texto original menciona versões físicas disponíveis para compra, mas não traz valores.

Acessórios indispensáveis para o Nintendo Switch 2

Além dos jogos, os acessórios fazem diferença principalmente para quem joga fora de casa com frequência. E aqui existe um ponto técnico importante: o Nintendo Switch 2 não suporta cartões microSD “padrão” do Switch original. Em vez disso, ele utiliza microSD Express, que prometem velocidade de gravação maior e ajudam o console a rodar jogos com melhor desempenho.

Com isso em mente, alguns itens deixam de ser “opcionais” e passam a ser parte do pacote para quem quer evitar dor de cabeça.

O primeiro deles é o protetor de tela. A recomendação é direta: não é apenas um cuidado extra, é praticamente obrigatório. O motivo citado é que teriam surgido relatos de arranhões na tela quando o console é encaixado e retirado do dock com certa pressa ou de forma mais brusca.

Protetores de marcas como JSAUX e amFilm aparecem como opções com bom custo-benefício. O texto não traz preço, mas a ideia é que são itens relativamente baratos perto do risco de danificar a tela.

Em seguida, vem o armazenamento. Os cartões microSD Express tendem a ser mais caros, em parte por conta do custo de componentes de computador. Ainda assim, uma escolha citada como “boa aposta” é o Samsung de 256 GB, que elevaria o total para 512 GB.

A recomendação editorial também sugere considerar versões físicas de jogos quando existirem, para reduzir a dependência de espaço no cartão. Para quem pensa em algo maior, o texto afirma que um cartão de 1 TB pode custar pelo menos US$ 300, algo como R$ 1.500 em conversão aproximada.

Para melhorar o conforto, os thumb grips (as “borrachinhas” para os analógicos) são um upgrade simples, mas que costuma mudar a sensação de controle. A proposta é deixar os joysticks mais agradáveis ao toque e, ao mesmo tempo, ajudar a reduzir o desgaste que pode ocorrer com uso repetido.

O texto destaca que esses grips são especialmente relevantes para quem usa Joy-Con. A recomendação mencionada é o conjunto da Savage Raven.

Entre os grips e cases, o artigo também aponta o Savage Raven FissionGrip como uma opção forte. Ele melhora a pegada, oferece alças intercambiáveis e, segundo a descrição, permite encaixar no dock sem precisar remover a capa.

Outro detalhe que agrada é a possibilidade de desprender os Joy-Cons mantendo o case aplicado. O texto afirma que o equipamento é relativamente acessível e de boa qualidade, reforçando a recomendação. O preço não foi informado.

Para quem tem mãos maiores, a alternativa citada é o Satisfye ZenGrip 2. Ele é descrito como mais caro, mas indicado como o melhor para esse perfil de jogador. A contrapartida é que o acessório deixa o console mais pesado, embora aumente o conforto.

Ainda assim, a compatibilidade com o dock continuaria funcionando com o case acoplado. A limitação é que não seria possível destacar os Joy-Cons com a capa instalada. O texto sugere que, para quem joga quase sempre no modo portátil, o item pode valer a pena — e menciona que existe até uma avaliação do produto em outro conteúdo.

Por que planejar agora faz diferença

Mesmo com o aumento de US$ 50 no preço do Switch 2 em setembro de 2026 — algo como R$ 250 em conversão aproximada — a ideia central do texto é que o custo de jogos e acessórios listados deve permanecer relativamente estável. Além disso, a Nintendo teria reduzido preços digitais de novos jogos, o que pode influenciar a estratégia de compra de quem pretende economizar no longo prazo.

Se você está montando sua primeira biblioteca, vale pensar no conjunto: um bom protetor de tela para proteger o investimento, um cartão microSD Express para evitar falta de espaço e um acessório de pegada para melhorar a experiência de controle. A partir daí, escolher um ou dois jogos “âncora” — como Mario Kart para multiplayer e Zelda para uma aventura de mundo aberto — tende a acelerar o aproveitamento do console.

Resumo rápido

Para quem acabou de comprar o Nintendo Switch 2, o texto reforça três pontos: proteger a tela, garantir armazenamento compatível com microSD Express e ajustar o conforto do controle com grips ou cases. Com isso, sobra mais energia para escolher jogos que funcionem bem no dia a dia e também rendam partidas longas.

Agora, fica a pergunta que sempre aparece em comunidades de games: quais jogos ou acessórios você acha que deveriam estar nessa lista? A recomendação do texto é ouvir a audiência nos comentários — e, para quem está começando, isso costuma render dicas bem úteis de itens que nem sempre aparecem nas primeiras listas.


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Fonte: NintendoEverything (lista de must-haves para Nintendo Switch 2).

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