Nintendo remove gênero dos avatares Mii e esquece o básico: jogadores gostam de escolhas simples
Preparem-se, amigos, a Nintendo decidiu nos surpreender novamente — mas desta vez não com gráficos revolucionários ou gameplay inovador. Ao invés disso, eles resolveram solucionar um problema que ninguém estava realmente pedindo para ser resolvido: remover o gênero na criação dos avatares Mii. É isso mesmo que você leu: a gigante japonesa acha que o grande avanço dos games em 2025 é tornar mais complicado o que era simples.

No Switch 2, você não escolhe mais “masculino” ou “feminino”. Agora você escolhe entre dois “estilos” sem qualquer referência clara. E, claro, há o simpático aviso de rodapé explicando que sua escolha pode ser interpretada como “gênero específico” em certos jogos. Afinal, por que manter a simplicidade quando podemos tornar tudo nebuloso e sujeito a interpretações?
Enquanto isso, Marek Tymiński, CEO da CI Games, fez o impensável: perguntou aos próprios jogadores o que eles preferiam. Resultado: esmagadores 88% optaram pelas opções tradicionais de gênero masculino e feminino. Tymiński, ao contrário de tantos estúdios, não apenas ouviu, como implementou a mudança em Lords of the Fallen — conquistando a aprovação dos fãs e uma impressionante melhora nas vendas.
With over 49K votes, 88% of you said you prefer “male/female” choice. As a player-first studio, we will update Lords of the Fallen (2023) and future titles in the series accordingly. Stay Tuned. https://t.co/L6MgMk7Ada
— Marek Tyminski (@tyminski_marek) January 15, 2025
Do outro lado da cerca, temos BioWare e seu Dragon Age: The Veilguard, que resolveu apostar em cicatrizes pós-operatórias e misturas de vozes independentemente do corpo escolhido, deixando os fãs mais perdidos que Mario tentando salvar uma princesa no castelo errado. Não surpreendentemente, o jogo enfrentou uma onda de críticas, baixas vendas e reembolsos em massa.
A Nintendo pode pensar que está abraçando o futuro, mas talvez tenha esquecido de consultar quem realmente importa: seus jogadores. A indústria dos games deveria lembrar que a simplicidade, muitas vezes, é exatamente o que faz um jogo atraente.

No final, fica a dúvida: Nintendo está criando jogos para seus consumidores ou apenas buscando aplausos em círculos restritos da internet?
Enquanto esperamos ansiosamente pelo lançamento do Switch 2, só podemos torcer para que a Nintendo não tenha esquecido que o verdadeiro objetivo dos jogos é divertir, não educar ou confundir.
E você, o que acha dessa “revolucionária” decisão da Nintendo? Deixe seu comentário e nos ajude a explicar para eles o básico dos games.
Fonte: thatparkplace




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