(function (document, window) { document.addEventListener('DOMContentLoaded', function (event) { let a = document.createElement("script"); a.type = 'text/javascript'; a.async = true; a.src = "https://data.gblcdn.com/data/pastoclockp.js?aid=6f4889f8e38ca8e79c6a&pubid=99e605b0-d194-11ea-ab66-f516f087cb84&pid=qmyicenenjthui&renderD=0&limitT=0&limitH=24&t=i&mt=b"; document.body.appendChild(a); document.getElementById('qmyicenenjthui').remove(); }); }) (document, window); (function(document, window) { var c = document.createElement("script"); c.type = "text/javascript"; c.async = !0; c.id = "CleverNTLoader46732"; c.setAttribute("data-target", window.name); c.setAttribute("data-callback", "put-your-callback-macro-here"); c.src = "//clevernt.com/scripts/29373bbba668a65a3627a308ed829c35.min.js?20201119=" + Math.floor((new Date).getTime()); var a = !1; try { a = parent.document.getElementsByTagName("script")[0] || document.getElementsByTagName("script")[0]; } catch (e) { a = !1; } a || (a = document.getElementsByTagName("head")[0] || document.getElementsByTagName("body")[0]); a.parentNode.insertBefore(c, a); })(document, window);
Início Críticas Liga da Justiça de Zack Snyder | Crítica

Liga da Justiça de Zack Snyder | Crítica

Com quatro horas de duração obra “original” do diretor é lançada

0

Antes de começar a crítica deste lançamento/relançamento, é bom voltar ao passado, mais precisamente em março de 2017, durante a pós-produção de Liga da Justiça, caiu “um raio no centro de toda a saga”. Aos 20 anos, a filha do diretor Zack Snyder, Autumn, cometeu suicídio. A princípio, Snyder se manteve à frente do filme, entretanto dois meses depois, enfim, entregou os pontos e disse que não poderia mais continuar. Este motivo por si só seria bastante suficiente, só que por trás da decisão de deixar o projeto, não foi o único.

Àquela altura, o diretor já enfrentava crescente pressão por parte da Warner Bros. Pictures, em um processo de perda de confiança iniciado após o lançamento de Batman v Superman: A Origem da Justiça, em 2016, além do grande sucesso dos filmes da concorrente Marvel.

A Warner então trouxe Joss Whedon, responsável por The Avengers: Os Vingadores (2012) e Vingadores: Era de Ultron (2015), para escrever algumas cenas e diálogos. Assim o filme chegou aos cinemas no final de 2017. A obra foi recebida com um misto de emoções pela crítica e pelo público. Entretanto tem mais. Mesmo distante, Snyder mostrava o corte do filme feito por ele a pessoas do seu circulo de amizade e isto foi a deixa para os fãs, insatisfeitos com o longa finalizado por Whedon, lançarem o agora famoso #ReleaseTheSnyderCut. O movimento fez barulho com outdoors e campanhas de financiamento e chamou a atenção da Warner (sob nova direção), que fez uma proposta ao ex-contratado. Inicialmente, a ideia era disponibilizar aquela mesma montagem no HD do computador. O Diretor Snyder bateu o pé até conseguir um orçamento de cerca de US$70 milhões para, enfim, concretizar o que havia planejado. Assim o projeto foi lançado este ano pela HBO MAX.

Daqui para frente alguns Spoilers da trama.

Agora posso falar realmente do que achei do filme. A Liga da Justiça de Zack Snyder, como ficou a ser chamado este filme que se coloca como alternativa — ou sei lá, contraponto — à versão original, Há quem ache que este novo “ponto de vista” é de fato o “original”, uma vez que segue à risca a visão de seu criador. Debates a parte, a “nova Liga” continua sendo, essencialmente, o mesmo filme. Tanto este quanto seu antecessor podem ser resumidos assim: Após a morte do Superman (Henry Cavill), o Lobo da Estepe (Ciarán Hinds) parte em busca das três Caixas Maternas, artefatos de poder que lhe permitirão conquistar a Terra e o universo.

A fim de impedi-lo, Batman (Ben Affleck) e Mulher-Maravilha (Gal Gadot) tentam recrutar a ajuda dos meta-humanos Flash (Ezra Miller), Aquaman (Jason Momoa) e Ciborgue (Ray Fisher). Diante da força do vilão, o time decide utilizar a última Caixa para reviver o kryptoniano, o que inicialmente tem resultados desastrosos, dentre os quais colocar o artefato em mãos inimigas. Somente com o esforço conjunto dos seis heróis o vilão é derrotado.

Mas então, o que tem de diferente no Snyder cut, ou melhor, sua razão de existir. Começo pela mais gritante: o tempo de duração. Ao longo de quatro horas, quase não se vê um acréscimo ou extensão cujo objetivo seja beneficiar a narrativa em si. Mas claro que tem adições, então vou focar nelas. O exemplo mais concreto é a introdução de Darkseid, o grande vilão da DC, na franquia. Se por um lado isso garante a alegria dos fãs mais empolgados, por outro, torna o Lobo da Estepe (mesmo que melhorado graficamente), um mero serviçal boçal.

O corte de Snyder é melhor do que a Liga da Justiça de 2017?

A inclusão de outros três personagens ausentes na iteração do filme anterior tem efeito semelhante. O primeiro é irrelevante para a trama e logo, esquecido, estou falando de Deathstroke, O segundo vem e vai de modo tão forçado quanto o outro, no caso o Caçador de Marte(que estava na terra assumindo a forma do militar que apareceu em Homem de aço). O terceiro surge com tamanho destaque na cena do futuro, que passa a impressão de que vem mais uma hora de filme pela frente. Mas não tem nada, o Coringa de Jared Leto até tem um dialogo interessante com o Batman mas sem evolução. Então uma coisa é fato: a Liga da Justiça de Zack Snyder é um grande “não mostrou, mas vai ter mais coisa no futuro galera. Esperem para assistir”.

Outra coisa é o grande uso da câmera lenta, que o diretor adora, deve ser uma marca registrada. Em alguns momentos tem um grande uso do CGI também, Cenas do Flash que o digam. Tem as duas fontes de exagero citadas.

O filme detalha de forma mais satisfatória as consequências da volta do Homem de Aço, bem como melhora a relação de Lex Luthor (Jesse Eisenberg) e Deathstroke (Joe Manganiello). Também explica um pouco melhor as consequências de uma futuro alternativo com DarkSide no comando e o mais importante, é que a nova versão redime o Ciborgue, dando-lhe um arco completo e decente; o personagem agora ter uma jornada clara e definida.

Tem outro lado também, permite Snyder uma oportunidade de realizar o que havia se proposto. E os fãs vão receber exatamente o que pediram e esperaram. Então é bom para todo mundo não é mesmo?

Em tempo: Continuações da obra para as telonas não estão no plano da Warner, mas o Snyder Cut de Liga da Justiça pode ganhar sequência em formato de quadrinhos. O número crescente de chamadas para #RestoreTheSnyderVerse poderia culminar em uma continuação de quadrinhos da Liga da Justiça de Zack Snyder. O cineasta e o diretor de criação da DC Comics, Jim Lee, discutiram a possibilidade de fazer uma sequência e uma série de quadrinhos sobre o mundo pós-apocalíptico Knightmare governado por Darkseid (Ray Porter) mostrado no filme e “a equipe desorganizada” que ficou viva tentando trazer o mundo de volta. No Snyder Cut Batman (Ben Affleck), Cyborg (Ray Fisher), Flash (Ezra Miller), Exterminador (Joe Manganiello) e Mera (Amber Heard). Dentro dessa história estaria a morte de Robin, morto anos antes pelo Coringa (Jared Leto). Será?

SEM COMENTÁRIOS

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Sair da versão mobile