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Bad Magpie: aventura caótica da “pega malandra” chega em 2027 para Xbox e PC

Bad Magpie: aventura caótica da “pega malandra” chega em 2027 para Xbox e PC
Bad Magpie: aventura caótica da “pega malandra” chega em 2027 para Xbox e PC
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A Milktooth apresentou Bad Magpie, uma aventura narrativa cheia de humor e caos que chega em 2027 para Xbox e PC. A proposta é colocar você no controle de uma “pássaro malandro” excêntrica: uma pega (magpie) de uma asa só, separada do bando e obcecada por coisas brilhantes — e que transforma curiosidade em travessura o tempo todo.

O jogo foi revelado durante o Xbox Games Showcase e já chama atenção por apostar em exploração e experimentação. Em vez de seguir um roteiro linear, Bad Magpie convida a explorar um mundo aberto pequeno, denso e não linear, com foco em interferir no ambiente e “ver no que dá”.

Bad Magpie coloca você para explorar um mundo feito para ser “mexido”

Em Bad Magpie, a jogabilidade gira em torno de interações criativas e bagunça intencional. Abandonada pelo bando, a pega protagonista sai em busca de objetos e enfeites para chamar a atenção de uma estrela cadente que caiu.

O caminho, porém, não é só coleta. É também um convite para experimentar o ambiente de maneiras inusitadas. O jogo incentiva que você brinque com as regras do lugar — e com a própria lógica da personagem.

Na prática, o jogador pode roubar objetos, combinar itens e espetar (peck) qualquer coisa que pareça suspeita. A lógica do comportamento da pega — caótica, impulsiva e curiosa — vira o motor da exploração.

Esse tipo de liberdade é o que costuma separar jogos de travessura de aventuras mais tradicionais. Aqui, o objetivo não é apenas avançar: é descobrir como o mundo reage às suas tentativas. Como o jogo parece permitir abordagens diferentes para situações semelhantes, a sensação é de que cada tentativa pode gerar uma consequência distinta, mesmo quando a missão parece a mesma.

Quebra-cabeças elásticos: como o mundo responde às suas tentativas

Um dos pontos mais chamativos do anúncio é o modo como Bad Magpie trata seus desafios. O jogo se apoia em um design de quebra-cabeças com “elasticidade”, em que a criatividade do jogador tem espaço para dobrar as regras.

Em vez de existir apenas um caminho correto, a proposta sugere que o jogo premia a experimentação — e isso fica evidente nas situações mostradas na revelação.

O estúdio, por exemplo, indica que o jogador pode quebrar vidro usando um megafone como parte de uma abordagem inesperada. Também há a ideia de iniciar um fogo ao interagir com elementos como pederneira e faíscas.

Ou seja: o ambiente não funciona só como cenário. Ele aparece como um conjunto de peças que podem ser manipuladas, combinadas e testadas até encontrar uma solução.

Esse tipo de estrutura tende a agradar quem gosta de jogos com “física” e lógica própria — mesmo quando essa lógica é deliberadamente cartunesca. E, como o tom do jogo é reforçado pelo humor, a animação e a leveza ajudam a sustentar a sensação de que “tudo é possível”, desde que você esteja disposto a tentar de novo (e diferente).

O mistério por trás das travessuras em Bad Magpie

Apesar de toda a comédia, Bad Magpie também carrega uma camada narrativa mais ampla. A protagonista não está apenas atrás de brilho e diversão.

Ela é assombrada por uma visão estranha que levanta perguntas: o que está acontecendo, por que essa visão apareceu e quanto tempo a estrela cadente continuará distraindo a personagem.

Essa combinação de “caos divertido” com mistério é um caminho interessante para manter o jogador engajado. Em jogos desse tipo, o humor costuma funcionar como uma porta de entrada, enquanto a trama dá um motivo para continuar explorando.

Assim, a promessa é que as travessuras não sejam apenas um conjunto de interações soltas. Elas estariam conectadas a um enredo que vai se revelando aos poucos.

Ao mesmo tempo, a estrela cadente como elemento central cria um contraste natural: de um lado, o mundo pequeno e denso que convida a mexer em tudo; do outro, um componente quase mítico, que pode ligar as ações da pega a algo maior.

Estúdio novo, equipe com histórico em jogos conhecidos

A Milktooth foi fundada por nomes com experiência em projetos de destaque. Entre os responsáveis estão a artista Catherine Unger, a designer Daisy Fernandez e o desenvolvedor George Batchelor.

O currículo de Batchelor inclui trabalhos como Tangle Tower, Card Shark, As Dusk Falls, Bird Alone, South of the Circle e Gibbon: Beyond the Trees.

Isso sugere que Bad Magpie tem potencial para equilibrar bem humor com construção de mundo e desafios com personalidade.

Além disso, o desenvolvimento do jogo conta com apoio da WINGS e do UK Games Fund. O projeto também foi selecionado oficialmente para o 2026 Tribeca Games Festival, o que indica que ele já chama atenção no circuito de eventos e pode ganhar ainda mais visibilidade antes do lançamento.

Quando chega e em quais plataformas

Segundo a revelação, Bad Magpie chega em 2027 para Xbox Series X|S, Xbox Game Pass, Xbox on PC e Steam.

Para quem acompanha o ecossistema da Microsoft, a presença no Game Pass é um ponto relevante, pois tende a ampliar o alcance do jogo entre jogadores que procuram experiências diferentes do catálogo tradicional.

Com uma protagonista improvável, quebra-cabeças com múltiplas soluções e um mistério que dá direção à bagunça, Bad Magpie se posiciona como uma aventura que promete ser tanto divertida quanto curiosa — daquelas em que o jogador não quer apenas “terminar”, mas descobrir o que acontece quando decide fazer do jeito mais inesperado.


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Fonte: MonsterVine (via Xbox Games Showcase).

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